Há tempos deixei de abastecer este Blog, mesmo assim ele continua ativo, servindo de inspiração para muitos professores. Se você chegou até aqui, saiba que os conteúdos aqui postados são aulas que preparei para mim. Eu não quis guardar minhas experiências, pois sei que a maioria dos professores não têm muito tempo. Aproveite. Blog criado em 18/09/2006

TRANSLATE

Busque arquivos antigos

3 de janeiro de 2008

Parábola


O Coração

Conta uma história hindu que um dia Deus se cansou dos homens que só se lembravam Dele para O chatear e pedir favores. Pensou: “Vou esconder-me durante algum tempo”. Reuniu então todos os seus conselheiros e perguntou-lhes:

Onde pensais que eu possa encontrar um refúgio? Qual será o melhor lugar para me esconder?

Alguns opinaram que seria a mais alta montanha da Terra. Outros acreditavam que fosse o fundo do mar. Outros sugeriram a Lua. Lá ninguém O iria procurar.

Deus voltou-se então para o seu primeiro conselheiro e perguntou-lhe:

Onde achas que posso estar bem escondido?

O conselheiro, sorrindo, respondeu:

Esconde-te no coração humano: ali ninguém consegue penetrar!

31 de dezembro de 2007

Siga atentamente as instruções


FAÇA ESTE TESTE:

(Antes de iniciar, providencie uma folha em branco e um lápis ou caneta)


01-Leia tudo antes de fazer qualquer coisa

02-Escreva seu nome no canto direito superior de uma folha em branco

03-Faça um círculo no seu nome

04-Desenhe cinco quadradinhos no canto superior da folha em branco

05-Faça um X em cada quadrado

06-Escreva seu nome no canto esquerdo inferior

07-Faça um círculo em volta do último quadrado

08-Faça um X no canto esquerdo inferior

09- Faça um retângulo no centro da folha

10-Diga em voz alta o primeiro nome de sua mãe

11-Faça três pequenos pontos no alto de sua folha com a ponta da caneta

12-Diga em voz alta o seu primeiro nome quando atingir este ponto

13-Se você acha que seguiu as instruções cuidadosamente até este ponto, diga em voz alta: “Eu segui”

14-No verso da folha em branco, some 8950 com 9905

15-Faça um círculo em torno do resultado e um quadrado em torno do círculo

16-Conte em voz alta de 10 até um 1, em ordem inversa

17Se você for a primeira pessoa a chegar a este ponto, diga em voz alta: “Eu sou o primeiro em seguir as instruções”

18-Diga em voz alta: “Estou quase terminando”

19-Dê três tapinhas bem leves na sua cabeça

20-Agora que você leu tudo atentamente, faça somente a sentença dois.


Agora divirta-se, aplicando o teste para seus amigos

Ano Novo



O Ano Novo passou a ser comemorado no dia 1° de janeiro no ano 153 a.C. Antes disso, festejava-se o recomeço do ciclo anual no período que equivale ao atual 23 de março (a comemoração durava 11 dias). Havia uma lógica para a escolha dessa data, feita pelos babilônios 2 mil anos antes da era cristã: o final de março coincide com o início da primavera no hemisfério norte (onde ficava a Babilônia), época em que novas safras são plantadas. Daí a idéia de recomeço. Foram os romanos que determinaram, aleatoriamente, que o Ano Novo deveria ser comemorado no dia 1° de janeiro.

O dia 1º de janeiro foi reconhecido como Dia do Ano Novo com a introdução do calendário gregoriano na França, Itália, Portugal e Espanha em 1582. calendário gregoriano é quase universal. Mesmo em alguns países não cristãos, ele foi adaptado às próprias tradições ou adotado apenas para uso civil, mantendo-se outro calendário para fins religiosos.

As promessas feitas na passagem de ano, tão comuns e tão descumpridas, não são uma tradição recente. Os babilônios já as faziam há 4 mil anos. Mas em vez de resolverem levar uma dieta a sério ou parar de fumar, eles juravam de pés juntos que, tão logo acabassem as festas, devolveriam equipamentos de agricultura que haviam sido emprestados por amigos.

A tradição de usar um bebê como símbolo do Ano Novo foi adotada pelos gregos por volta do ano 600 a.C. Eles desfilavam com um bebê dentro de um cesto para homenagear Dionísius, o deus do vinho. O ritual era a representação do espírito da fertilidade, pelo renascimento anual de Dionísius.

Foi na França, em 1885, que usou-se pela primeira vez a expressão "fim de século".

Leia Mais


30 de dezembro de 2007

Loron Wade



Ninguém pode nos magoar tanto quanto alguém que nós amamos.
A agressividade passiva, como o silêncio, o virar as costas para alguém ou a demonstração de mau humor, não é menos nocivo do que gritar. Não importa a forma que assuma, o comportamento descortês e maldoso só gerará mais reação do mesmo tipo.
Quando reagimos à maldade com raiva, ódio e desejo de vingança, entregamos o controle sobre nós para outra pessoa.
Ao ser mau com você, ou evitá-lo e não amá-lo, vou puni-lo por algo que não gostei e forçá-lo a se comportar do jeito que eu quero.
Gostamos de justificar o comportamento reativo culpando alguém. Parece que nos sentimos melhor se pudermos atribuir a culpa aos outros.
A desonestidade é destrutiva para o nosso senso de satisfação pessoal e respeito próprio. É possível ocultar de outras pessoas um ato desonesto, mas não podemos nunca oculta-lo de nós mesmos.
As pessoas que extraem de coisas a felicidade precisam sempre passar de uma coisa para outra, enquanto perseguem a última moda ou novidade. E a seguinte tem de ser maior, mais brilhante, mais rápida, mais atual, porque o “novo” realmente nunca perdura.
(Pensamentos extraídos do livro “Os Dez Mandamentos, Princípios divinos para melhorar seus relacionamentos”. Autor: Loron Wade. Casa Publicadora Brasileira)

26 de dezembro de 2007

Folia de Reis


A Folia de Reis é um festejo de origem portuguesa ligado às comemorações do culto católico do Natal que, trazidos para o Brasil, mantém-se vivo nas manifestações folclóricas de muitas cidades.
É comemorada, geralmente, no período de 24 de dezembro, véspera de Natal, a 6 de janeiro, Dia de Reis. Um grupo de “cantadores” e instrumentistas percorre a cidade entoando versos de festejos à visita dos reis magos ao Menino Jesus. Os versos declamados são preservados de geração em geração por tradição oral. Os instrumentos utilizados são, viola, violão, sanfona, reco-reco, chocalho, cavaquinho, triângulo, pandeiro e outros instrumentos. Os personagens- mestre, contra-mestre, 3 Reis Magos, palhaço, e foliões - trajam roupas coloridas.
Fonte de pesquisa: Ministério da Cultura




LEIA MAIS: Recanto das Letras

22 de dezembro de 2007

Uma cena rara

Não deixe de ver este vídeo. Ele mostra Bruno, meu neto, tentando pegar uma pombinha silvestre que foi criada em cativeiro. Eu já publiquei um texto sobre ela, chama-se "Ecologia no quintal".

Cálice bento


Quando chega o Natal eu sempre me recordo da música Cálice Bento (Calix Bento) de Milton Nascimento. É uma verdadeira obra de arte. Pode ser cantada no estilo clássico, setanejo e até religioso. Em muitas igrejas brasileiras esta música é cantada na noite de Natal. É linda!



Milton Nascimento


Oh, Deus salve o oratório (2x)
Onde Deus fez a morada, oiá, meu Deus
Onde Deus fez a morada, oiá

Onde mora o cálice bento (2x)
E a hóstia consagrada, oiá, meu Deus
E a hóstia consagrada, oiá

De Jessé nasceu a vara (2x)
Da vara nasceu a flor, oiá, meu Deus
Da vara nasceu a flor, oiá

E da flor nasceu Maria (2x)
De Maria o Salvador, oiá, meu Deus



Coral do NICC (Nova Iguaçu Country Club) - Cálice Bento






Cacai Nunes - Cálice Bento



Estatuto do Natal


Art. I:
Que a estrela que guiou os Reis Magos para o caminho de Belém guie-nos também nos caminhos difíceis da vida.
Art. II:
Que o Natal não seja somente um dia, mas 365 dias.
Art. III:
Que o Natal seja um nascer de esperança, de fé e de fraternidade.
Parágrafo único:
Fica decretado que o Natal não é comercial, e sim espiritual.
Art. IV:
Que os homens, ao falarem em crise, lembrem-se de uma manjedoura e uma estrela, que como bússola, apontam para o Norte da Salvação.
Art. V:
Que no Natal, os homens façam como as crianças:
dêem-se as mãos e tentem promover a paz.
Art. VI:
Que haja menos desânimos, desconfianças,
desamores, tristezas. E mais confiança no Menino Jesus.
Parágrafo único:
Fica decretado que o nascimento de Deus Menino é para todos: pobres e ricos, negros e brancos.
Art. VII:
Que os homens não sigam a corrida consumista de "ter", mas voltem-se para o "ser", louvando o Seu Criador.
Art. VIII:
Que os canhões silenciem, que as bombas fiquem eternamente guardadas nos arsenais, que se ouça os anjos cantarem Glória a Deus no mais alto dos céus.
Parágrafo único:
Fica decretado que o Menino de Belém deve ser reconhecido por todos os homens como Filho de Deus, irmão de todos!

Art. IX:
Que o Natal não seja somente um momento de festas, presentes.

Art. X:
Que o Natal dê a todos um coração puro, livre,
alegre, cheio de fé e de amor.

Art. XI:
Que o Natal seja um corte no egoísmo. Que os homens de boa vontade comecem a compartilhar,
cada um no seu nível, em seu lugar, os bens e conquistas da civilização e cultura da humildade.

Art. XII:
Que a manjedoura seja a convergência de todas as coordenadas das idéias, das invenções, das ações e esperanças dos homens para a concretização da paz universal.

Parágrafo único:
Fica decretado que todos devem poder dizer,
ao se darem as mãos:

FELIZ NATAL!
Colaborou com o texto Blog do Luis Hipolito

Colaboração de um Anônimo
O autor é Ernest Sarlet, de Novo Hamburgo/R
S