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22 de abril de 2014

Escultura em vela sete dias


ATIVIDADE:


Para pôr em prática a criatividade, elabore uma escultura em uma vela sete dias: Veja o tutorial:




Escolha um motivo e entalhe a vela. 



Pinte a vela com tinta a óleo diluída em terebentina e secante de cobalto. 




Envelheça a pintura com betume diluído em terebentina. 
Limpe com pano velho. 
Faça o acabamento passando Goldefiix para dourar a peça. 



A escultura grega no Período Clássico



                     O Período Clássico, compreendido ente 450 a 323 a.C.,  foi o apogeu das artes gregas, quando foram realizadas esculturas imponentes.  A primeira delas foi o Discóbulo de Miron, O que marca essa obra é a introdução do movimento real. A seguir, Fidias, com as estátuas de Zeus e de Atena, imagens dotadas de grande beleza.
            Foi um período em que se sucederam as mais importantes conquistas naturalistas e se criam convenções a respeito de proporções do corpo humano, que até hoje permanecem como referência para a arte e a cultura de grande parte do mundo. O surgimento foi em Atenas, onde a democracia  pregava liberdade individual, o que favorecia a arte mundana
            O corpo humano passa a ser estudado cientificamente e as esculturas são representadas com maior rigor anatômico: são mostrados os músculos, as posições, as tenções. As proporções são respeitadas. O escultor Policleto criou os padrões de beleza e atribuiu ao corpo, sete vezes o tamanho da cabeça. As esculturas abandonam a frontalidade e a rigidez, os artistas se preocupam com a representação natural das figuras humanas e na forma idealizada de homens e mulheres em movimento, o que pode ser observado nas estátuas de homens e deuses em diferentes poses. Essas esculturas recebiam pinturas em cores vivas principalmente nas roupas e cabelos. O bronze, por ser mais resistente que o mármore, passa a ser utilizado.  As características  das esculturas deste período foram: realismo idealizado, naturalismo,  equilíbrio, serenidade, perfeição anatômica, robustez, força  e majestade. Nos templos e sepulturas foram encontradas esculturas de homens atletas, nus, e mulheres vestidas com roupas esvoaçantes, marcadas por padrões geométricos e adornos como coroas, cintos e armas. Surge o nu feminino. Os movimentos nas esculturas estão principalmente nos ombros e ancas, ligeiramente torcidos, uma das pernas sustentando o peso e outra levemente flexionada.
                 

19 de abril de 2014

A Raposa e a Cegonha


A RAPOSA E A CEGONHA
A raposa e a cegonha mantinham boas relações e pareciam ser amigas sinceras. Certo dia, a raposa convidou a cegonha para jantar e, por brincadeira, botou na mesa apenas um prato raso contendo um pouco de sopa. Para ela foi tudo muito fácil, mas a cegonha pode apenas molhar a ponta do bico e saiu dali com muita fome.
-Sinto muito disse a raposa, parece que você não gostou da sopa.
-Não pense nisso, respondeu a cegonha. Espero que, em retribuição a esta visita, você venha em breve jantar comigo.
No dia seguinte, a raposa foi pagar a visita. Quando sentaram à mesa, o que havia para jantar estava contido num jarro alto, de pescoço comprido e boca estreita, no qual a raposa não podia introduzir o focinho. Tudo o que ela conseguiu foi lamber a parte externa do jarro. 

-Não pedirei desculpas pelo jantar, disse a cegonha, assim você sente no próprio estomago o que senti ontem. 

Moral da história- Quem com ferro fere, com ferro será ferido.
Fábula de ESOPO


A RAPOSA E A CEGONHA 
Um dia a raposa foi visitar a cegonha e convidou-a para jantar.

Na noite seguinte, a cegonha chegou a casa da raposa.
- Que bem que cheira! – disse a cegonha ao ver a raposa a fazer o jantar.
- Vem, anda comer. – disse a raposa, olhando o comprido bico da cegonha e rindo-se para si mesma.
A raposa, que tinha feito uma saborosa sopa, serviu-a em dois pratos rasos e começou a lamber a sua. Mas a cegonha não conseguiu comer: o bico era demasiado comprido e estreito e o prato demasiado plano. Era, porém, demasiado educada para se queixar e voltou para casa cheiinha de fome.
Claro que a raposa achou montes de piada à situação!
A cegonha pensou, voltou a pensar e achou que a raposa merecia uma lição. E convidou-a também para jantar. Fez uma apetitosa e bem cheirosa sopa, tal como a raposa tinha feito. Porém, desta vez serviu-a em jarros muito altos e estreitos, totalmente apropriados para enfiar o seu bico.
- Anda, vem comer amiga Raposa, a sopa está simplesmente deliciosa. - espicaçou a cegonha, fazendo o ar mais cândido deste mundo.
E foi a vez de a raposa não conseguir comer nada: os jarros eram demasiado altos e muito estreitos. 
- Muito obrigado, amiga Cegonha, mas não tenho fome nenhuma. - respondeu a raposa com um ar muito pesaroso. E voltou para casa de mau humor, porque a cegonha lhe tinha retribuído a partida.


MORAL – Nunca faças aos outros o que não gostas que te façam a ti.





17 de abril de 2014

Sexta-feira Santa

1- Olhe fixamente nos quatro pontinhos pretos centrais do desenho e conte até dez olhando para os pontinhos;

2- Olhe para uma parede e pisque várias vezes;


3- Observe a imagem que aparece na parede. Quanto mais você piscar melhor será a visualização.