Dedico este blog aos poetas, sonhadores, sábios pesquisadores, idealistas, aos que apreciam a arte e a todos que descobiram a inteligência como Dom de Deus e que usam seus talentos e dons para realizar causas nobres em benefício da humanidade.
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16 de dezembro de 2014

Vestidos



            Uma fotografia só de mulheres, com características dos anos cinquenta. Foi tirada num pátio, tendo ao fundo uma construção e algumas vegetações, aparentemente flores. Todas elas são jovens e a maioria delas usa vestido elegante ou saia rodada, marcando bem a cintura e dando a elas muita feminilidade. Não usam roupas sem manga. As roupas de algumas delas parecem ter sido feitas com tecidos finos e foram bordadas. Várias jovens estão descontraídas. Pela beleza clássica, por mostrar apenas mulheres, a fotografia nos remete a uma formatura, talvez de um curso de corte e costura, muito valorizado na época. 


SUGESTÃO DE ATIVIDADE:



  1. Observe como se vestem as jovens da fotografia e responda: Há semelhança com as fotografias atuais? Explique.
  2. Crie outros modelos de vestidos e de ternos masculinos;
  3. Recorte os modelos;
  4. Faça colagens nos modelos usando papéis coloridos, E.V.A., retalhos de tecidos, rendas,..
  5. Cole miçangas formando flores ou arabescos;
  6. Cole os modelos de vestidos num painel ;
  7. Traga fotografias antigas semelhantes (reproduzidas), pode ser um xerox ou uma fotografia da fotografia,  da mãe ou avós para serem coladas num painel
  8. Participe de um desfile de moda com roupas antigas, (masculinas ou femininas).
  9. Tire uma fotografia com os colegas, vestidos com roupas antigas. 




7 de dezembro de 2014

3 de setembro de 1920




             A intensidade da vida depende de como a olhamos.
            Há pintores que iriam achar belo este prato de uvas que se encontra sobre a mesa; e tentariam pintá-las com todo seu frescor, sua cor, sua luz e sua forma.
            E nós, quando olhamos o quadro que resultou disso, devemos pensar nos vinhedos, como eles cresceram, como foi a colheita. Pensar na loja onde o vinho destas uvas será vendido, e nas bocas que provarão; entender que cada uma delas veio de um lugar diferente, embora estejam todas no mesmo prato. Reparar que esse prato é chinês, e recordar tudo o que aprendemos sobre a China.
            Então nossos olhos se dirigem à mesa onde o prato repousa, e pensamos de que madeira é feita, como era a árvore de onde foi tirada, quem a cortou, e onde vivia o lenhador com sua família.
            Ver as coisas dessa maneira enriquece a imaginação, e nos abre para um mundo muito mais rico.
            As crianças deviam aprender a fazer isso.


            Kahlil Gibran – do livro CARTAS DE AMOR DO PROFETA – Adaptação de Paulo Coelho