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4 de março de 2008

O idiota e a moeda


"Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.”

Um pobre coitado de pouca inteligência vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos. Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos. Eu sei, respondeu o tolo. "Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda".

Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa:

A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.

A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?

A terceira: Se você for ganancioso acaba estragando sua fonte de renda.

Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.

Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim quem realmente somos.

O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente.

Arnaldo Jabor.

3 comentários:

  1. Querida Terezinha!!

    Adorei esse texto!!

    Beijos e fica bem

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  2. Querida Terezinha!

    Texto lindo, gostei muito.
    Obrigada por sua visita, palavra como a sua me é de grande valor.

    Aproveito e lhe desejo um bom dia da Mulher, gostaria que fosse todos os dias.

    Beijos!

    Rô!

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  3. terezinha seu trabalho é ótimo
    espero ver outros trabalhos seus!!!!!!!

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A humanidade é um oceano. Se algumas gotas estão sujas, isso não significa que ele todo ficará sujo. (Mahatma Gandhi)