para a primeira semana de maio.
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22 de abril de 2010
14 de abril de 2010
Dia do indígena - 19 de abril

O Kuarup é um ritual dos grupos indígenas do Parque do Xingu para homenagear os mortos. Os troncos feitos da madeira “Kuarup” são a representação concreta do espírito dos mortos ilustres. Corresponderia a cerimônia de finados dos brancos, entretanto, o Kuarup é uma festa alegre, afirmadora, exuberante, onde cada um coloca a sua melhor vestimenta na pele. Na visão dos índios, os mortos não querem ver os vivos tristes ou feios.1
A cerimônia é realizada no mês de maio de cada ano e sempre em uma noite de lua cheia. Os índios convidam as tribos amigas para evocarem juntas, as almas dos mortos ilustres. Ainda noite, trazem da floresta vários toros de madeira, conforme o número dos que morreram, que vão ficando em linha reta no centro do terreiro em frente às malocas onde são recortados na forma humana de cada um e pintam neles as funções que exerciam em vida: pajés, guerreiros, caçadores... Enquanto são executados estes trabalhos. Alguns homens com arco e flechas entoam hinos aos mortos.
Tudo pronto, vão os homens às malocas e de lá voltam acompanhados das mulheres e crianças. As mulheres, de cabelos soltos, trazendo algumas frutas e guloseimas, em largas folhas de palmeira, outras, ricos cocares, plumagem de coloridos vivos, braceletes e colares, aproximam-se em passos harmoniosos dos kuarupes e em voz baixa, travam com eles um pequeno diálogo, falando-lhes das saudades que deixaram, oferecendo-lhes ao mesmo tempo os frutos e guloseimas, e enfeitando-os com cocares, plumas e braceletes.
À noite, os homens trazem da floresta tochas de palha incendiados, cuja luz violenta faz luzir os corpos untados de urucum (colorau) em reflexos que desenham toda a beleza dos seus músculos. Começa a dança do fogo, em volta dos kuarupes, ao ritmo do chocalhar dos maracás e das canções místicas, até se fazer ouvir a voz do pajé, numa evocação a Tupã, implorando fazer voltar à vida aqueles mortos ilustres. Neste exato momento a lua cheia se encontra em seu máximo esplendor.
Terminando a evocação os homens se dispersam pelo terreno em pequenos grupos, enquanto só o pajé continua a entoar as suas canções até o alvorecer. De novo voltam as mulheres para ouvirem os cânticos que lhes anunciam ter o sol feito voltar à vida os mortos ilustres.
Então começa a dança da vida e é executada pelos atletas da tribo, cada um trazendo ao ombro uma longa vara verdejante, símbolo dos últimos nascidos na comunidade. Os atletas formam um grande círculo correndo em volta dos kuarupes e em gestos e curvaturas os reverenciam. Depois o grande círculo se divide em dois e logo cada qual se dissolve em vários grupos representando a sua respectiva tribo.
Finda a homenagem aos últimos nascidos, as diversas tribos executam uma luta que denominam “Uka-uka*” uma espécie de luta romana. Encerram a cerimônia em que os Kuarupes são, em festiva procissão, levados para o rio, e lá, entregues às suas águas.
HORIZONTAL
1- No Kuarup os indígenas vestem a melhor ... de pele.
6- Os toros de madeira vão ficando em ... no centro do terreiro em frente às malocas.
7- Depois o grande círculo se divide em dois e logo cada qual se dissolve em vários grupos representando sua respectiva ...
8- Os toros de madeira são conforme o númeo dos que ...
9- Na visão dos indígenas, os mortos não querem ver os vivos ... ou feios.
11- A dança da ... é executada pelos atletas da tribo.
14- As toras são recortadas na ... de cada um e pintam neles as funções que exerciam em vida.
15- A cerimônia dos brancos que corresponde ao Kuarup é a de ...
17- Nome da luta executada pelas tribos.
19- As mulheres aproximam-se dos Kuarups e em voz baixa, travam com eles um pequeno diálogo, falando-lhes das ... que deixaram.
20- As mulheres voltam para ouvirem os cânticos que lhes anunciam ter o ... feito voltar à vida os mortos ilustres.
22- Os homens voltam às malocas acompanhados das ...
23- A cerimônia se encerra com uma festiva ... levando os Kuarups para as águas do rio.
24- Outras mulheres usam ricos cocares, ... de coloridos vivos, braceletes e colares.
26- Símbolo dos últimos nascidos na comunidade.
27- O pajé faz uma evocação a ...
28- Os homens trazem das florestasa noite ... de palhas ...
30- Os atletas formam um grande círculo correndo em volta dos Kuarups e em gestos e curvaturas os ...
31- Os homens passam no corpo ...
VERTICAL
2- Os troncos feitos da madeira "Kuarup" são a representação concreta do ... ilustre.
3- Os indígenas convidam as ... para evocarem juntas as almas dos mortos.
12- Enquanto são executados estes trabalhos, alguns homens com arco e flechas entoam ...
13- A cerimônia acontece em noite de ...
16- As mulheres trazem guloseimas em folhas de ...
18- Os Kuarups são enfeitados com os ricos ... , ... e braceletes
21- As mulheres usam cabelos ...
25- Terminada a evocação, os homens se dispersam pelo terreno em pequenos ...
29- À noite em volta do fogo acontece a ... dos Kuarups.
RESPOSTAS:
1- VESTIMENTA
2- ESPIRITO DOS MORTOS
3- TRIBOS AMIGAS
4- MAIO
5- kUARUP
6- LINHA RETA
7- TRIBO
8- MORRERAM
9- TRISTES
10- MALOCAS
11- VIDA
12- HINOS AOS MORTOS
13- LUA CHEIA
14- FORMA HUMANA
15- FINADOS
16- PALMEIRA
17- UKA UKA
18- COCARES E LUMAS
19- SAUDADES
20- SOL
21- SOLTOS
22- MULHERES E CRIANÇAS
23- PROCISSÃO
24- PLUMAGEM
25- GRUPOS
26- VARA
27- TUPÃ
28- TOCHAS INCENDIADOS
29- DANÇA
30- HOMENAGEIAM
31- COLORAU
5 de abril de 2010
25 de março de 2010
Confúcio
e sim a negligência do lavrador.
" CONFÚCIO (551 a.C - 479 a.C), filósofo chinês
22 de março de 2010
Pintura de coelhinho
19 de março de 2010
Oração a São José
ORAÇÃO NAS DIFICULDADES
Tomai sob vossa proteção a causa importante que vos confiamos, para que tenha uma solução favorável.
Ó Pai muito amado, em vós depositamos toda nossa confiança. Que ninguém possa jamais dizer que vos invocamos em vão. Já que tudo podeis junto de Jesus e Maria mostrai-nos que vossa bondade é igual ao vosso poder.
São José, a quem Deus confiou o cuidado da mais Santa Família que jamais houve, sede, nós vo-lo pedimos, o Pai e protetor da nossa, e impetrai-nos a graça de vivermos e morrermos no amor de Jesus e Maria!
São José, rogai por nós!
18 de março de 2010
Casal é tudo igual

Ele: - Alô?
Ela: - Pronto.
Ele: - Voz estranha… Gripada?
Ela: - Faringite.
Ele: - Deve ser o sereno. No mínimo tá saindo todas as noites pra badalar.
Ela: - E se estivesse? Algum problema?
Ele: - Não, imagina! Agora, você é uma mulher livre.
Ela: - E você? Sua voz também está diferente. Faringite?
Ele: - Constipado.
Ela: - Constipado? Você nunca usou esta palavra na vida.
Ele: - A gente aprende.
Ela: - Tá vendo? A separação serviu para alguma coisa.
Ele: - Viver sozinho é bom. A gente cresce.
Ela: - Você sempre viveu sozinho. Até quando casado só fez o que quis.
Ele: - Maldade sua, pois deixei de lado várias coisas quando a gente se casou.
Ela: - Evidente! Só faltava você continuar rebolando nas discotecas com as amigas.
Ele: - Já você não abriu mão de nada. Não deixou de ver novela, passear no shopping, comprar jóias, conversar ao telefone com as amigas durante horas…
...Silêncio ….
Ela: - Comprar jóias? De onde você tirou essa idéia? A única coisa que comprei em quinze anos de casamento foi um par de brincos.
Ele: - Quinze anos? Pensei que fosse bem menos.
Ela: - A memória dos homens é um caso de polícia!
Ele: - Mas conversar com as amigas no telefone…
Ela: - Solidão, meu caro, cansaço… Trabalhar fora, cuidar das crianças e ainda preparar o jantar para o HERÓI que chega à noite…Convenhamos, não chega a ser uma roda-gigante de emoções…
Ele: - Você nunca reclamou disso.
Ela: - E você me perguntou alguma vez?
Ele: - Lá vem você de novo… As poucas coisas que eu achava que estavam certas… Isso também era errado!?
Ela - Evidente, a gente não conversava nunca…
Ele: - Faltou diálogo, é isso? Na hora, ninguém fala nada. Aparece um impasse e as mulheres não reclamam. Depois, dizem que faltou diálogo. As mulheres são de Marte.
Ela: - E vocês são de Saturno!
…Silêncio…
Ele: - E aí, como vai a vida?
Ela: - Nunca estive tão bem. Livre para pensar, ninguém pra me dizer o que devo fazer…
Ele: - E isso é bom?
Ela: - Pense o que quiser, mas quinze anos de jornada são de enlouquecer qualquer uma.
Ele: - Eu nunca fui autoritário!
Ela: - Também nunca foi compreensivo!
Ele: - Jamais dei a entender que era perfeito. Tenho minhas limitações como qualquer mortal..
Ela: - Limitado e omisso como qualquer mortal.
Ele: - Você nunca foi irônica.
Ela: - Isso a gente aprende também.
Ele: - Eu sempre te apoiei.
Ela: - Lógico. Se não me engano foi no segundo mês de casamento que você lavou a única louça da tua vida. Um apoio inestimável…
Sinceramente, eu não sei o que faria sem você. Ou você acha que fazer vinte caipirinhas numa tarde para um bando de marmanjos que assistem ao jogo da Copa do Mundo era realmente o meu grande objetivo na vida?
Ele: - Do que você está falando?
Ela: - Ah, não lembra?
Ele: - Ana, eu detesto futebol.
Ela: - Ana!? Esqueceu meu nome também? Alexandre, você ficou louco?
Ele: - Alexandre? Meu nome é Ronaldo! …Silêncio…
Ele: - De onde está falando?
Ela: - 578 9922
Ele: - Não é o 579 9222?
Ela: - Não.
Ele: - Ah, desculpe, foi engano.
Depois de um tempo ambos caem na gargalhada.
Ele: Quer dizer que você faz uma ótima caipirinha, hein?
Ela: - Modéstia à parte… Mas não gosto, prefiro vinho tinto.
Ele: - Mesmo? Vinho é a minha bebida preferida!
Ela: - E detesta futebol?
Ele: - Deus me livre… 22 caras correndo atrás de uma bola… Acho ridículo!
Ela: - Bem, você me dá licença, mas eu vou preparar o jantar.
Ele: - Que pena… O meu já está pronto. Risoto, minha especialidade!
Ela: - Mentira! É o meu prato predileto…
Ele: - Mesmo! Bem, a porção dá pra dois, e estou abrindo um Chianti também.Você não gostaria de…
Ela: - Adoraria!
….Ele dá o endereço.
Ela: - Nossa, tão pertinho! São dois quarteirões daqui.
Ele: - Então? É pegar ou largar.
Ela: - Tô passando aí, Ronaldo.
Ele: - Combinado, vizinha.
RESPONDA:
1- Um homem e uma mulher conversam ao telefone.
a- Quem tomou a iniciativa de telefonar?
b- Pelo clima da conversa, como parece ser o relacionamento entre eles?2- À medida que o casal conversa, eles começam a estranhar o comportamento um do outro.
a- Exemplifique esse comportamento estranho.
3- “Ele: - Deve ser o sereno. No mínimo tá saindo todas as noites pra badalar.”
a- Que sentimento ele demonstra quando usa faz essas afirmações?
4- A mulher pensava que o homem ao telefone era o seu ex-marido. Leia o diálogo“Ela: - Você sempre viveu sozinho. Até quando casado só fez o que quis.”
“Ele: - Maldade sua, pois deixei de lado várias coisas quando a gente se casou.”
a- Qual a diferença entre o homem ao telefone e ex-marido da mulher?
5- O homem ao telefone pensava que estava falando com sua ex-mulher:“Ele: - Já você não abriu mão de nada. Não deixou de ver novela, passear no shopping, comprar jóias”
“Ela: - Comprar jóias? De onde você tirou essa idéia? A única coisa que comprei em quinze anos de
casamento foi um par de brincos.
a- Compare as duas mulheres.
6- “Ele: - Você nunca reclamou disso.”
“Ela: - E Você me perguntou alguma vez?"
- E você me perguntou alguma vez?”
- E você me perguntou alguma vez?”
Baseando-se nesta conversa responda, podemos concluir que os dois casais se param pelo mesmo motivo:
a- Por qual motivo os casais se separaram?
7- Leia:“Se não me engano foi no segundo mês de casamento que
você lavou a única louça da tua vida. Um apoio inestimável… Sinceramente, eu não sei o que faria sem você.
a- O que a mulher quis realmente dizer?:
8- A partir de qual momento eles começam a desconfiar que a pessoa do outro lado da linha não é aquela que cada um pensava ser?9- À medida em que a conversa evolui, eles descobrem alguma coisa que os une. Que gostos eles tem em comum?
10- Reescreva a frase usando o verbo corretamente, substituindo “a gente” por "nós".a- … a gente não conversava nunca.
b- Isso a gente aprende também.






